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CIOs paulistas encontraram
uma maneira de adquirir conhecimento
e de se atualizar, de forma
imparcial, com as últimas
tendências do segmento.
O Grupo de Executivos de TI – Geti, é formado
por CIOs de grandes empresas
que se encontram mensalmente,
desde a década de 80,
para discutir novas tecnologias
e seu desempenho, trocar informações,
avaliar a qualidade de serviços
terceirizados, e por aí seguem
as temáticas relacionadas
ao mundo da TI. Nos moldes
do Geti, executivos de tecnologia
nordestinos têm formado
grupos independentes, de forma
espontânea, para discutir
a TI e suas vertentes de forma
imparcial. Recife, Salvador,
Maceió e, futuramente,
Aracaju são cidades
onde já ocorrem reuniões
do tipo.
Na capital pernambucana, o
Grupo de Gestores da Tecnologia
da Informação – GGTI,
foi criado em 2002, mas oficialmente
fundado em 2003. O Grupo reúne
regularmente os CIOs de oito
empresas de destaque no Estado
e visa ao desenvolvimento dos
profissionais que dele participam.
Segundo Washington Franco,
um dos fundadores do grupo
pernambucano, tudo começou
com uma confraternização
de fim de ano que congregou
vários CIOs na cafeteria
de um dos integrantes do atual
GGTI. Daí, sucedeu-se
a criação das
premissas dos encontros. Alguns
fornecedores poderiam ser convidados
para apresentar lançamentos
e soluções, entretanto,
teriam de ficar de fora das
discussões, na busca
pela imparcialidade. Foi o
caso de um encontro recente,
que contou com o apoio da Newsupri
e seu parceiro corporativo
na região, a Microsoft.
Bem próximo à capital
pernambucana, em Salvador,
o GU CIOs Ba reúne mensalmente
os principais executivos de
Informática da Bahia,
com o apoio da Sociedade dos
Usuários de Informática
e Telecomunicações
da Bahia – Sucesu. Atualmente,
há a participação
de vinte empresas baianas e
três sergipanas. O grupo,
formado em julho de 2002, está em
sua primeira gestão,
sob a coordenação
de Carlos Nestor Passos, gerente
de Informática do Hospital
Aliança.
Esse grupo tem por objetivo
congregar executivos ligados à Tecnologia
da Informação
para troca de experiências
no campo profissional, tendo
em vista, assim como o GGTI,
o desenvolvimento profissional
em suas diversas expressões
sociais, econômicas,
culturais e científicas.
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